sábado, 6 de setembro de 2014

Carta dos Profissionais do Centrinho (HRAC) - Envie e-mails às autoridades

Os profissionais do Centrinho (Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais, HRAC, USP) redigiram um novo documento contra a desvinculação do Hospital junto à Universidade de São Paulo.

Juntei as duas páginas em um só arquivo e coloquei-o aqui.

Para facilitar, redigi um e-mail padrão. Você só precisa anexar o arquivo e completar com seu nome e os e-mails das autoridades. Enviem com cópia para amigosdocentrinhobauru@gmail.com:


"CAMPO ASSUNTO:  Urgente: Apoio à Carta Aberta de Funcionários do Hospital de Anomalias Craniofaciais da USP, manifestando-se contra a sua desvinculação

Sr....:

Venho, por meio deste e-mail, manifestar meu apoio  à carta dos profissionais do (HRAC) (que anexo a esta mensagem, além de estar disponível no site: http://on.fb.me/1qE2XTM), bem como a outras petições abertas nos seguintes endereços:

http://www.abaixoassinado.org/abaixoassinados/29698
http://www.peticaopublica.com.br/pview.aspx?pi=BR74200,  http://www.peticaopublica.com.br/pview.aspx?pi=BR73949 e
http://www.peticaopublica.com.br/psign.aspx?pi=BR73977

Atenciosamente,
....."


E-mails: 


sicplanalto@planalto.gov.br
Sra. Presidente da República, Dilma Rousseff

ministro@saude.gov.br
Sr. Ministro da Saúde, Arthur Chioro

gr@usp.br
Reitor da USP, Marco Antônio Zago

galckmin@sp.gov.br
Governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin

saude@bauru.sp.gov.br
Secretário da Saúde de Bauru, José Fernando Casquel Monti

imprensa@camarabauru.sp.gov.br
À Câmara Municipal de Bauru

rodrigoagostinho@bauru.sp.gov.br
Sr. Prefeito de Bauru, Rodrigo Agostinho

gabinetedosecretario@saude.sp.gov.br
Ao Secretário da Saúde do Estado de são Paulo, David Uip

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Vamos nos manifestar! Comunidade da Faculdade de Odontologia de Bauru e população em geral, abrace a causa!

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Centrinho (HRAC-USP) - Carta Aberta, Abaixo-assinado e Agradecimento às assinaturas

A minha carta aberta em defesa do Centrinho já recebeu cerca de 200 assinaturas (veja aqui quem assinou, e se desejar, assine você também). Uma resposta bem maior do que eu imaginava receber. Um outro abaixo-assinado visa diretamente ao Ministério Público, visando a proteger os direitos das pessoas atendidas no HRAC. Assine-o aqui.

Os apoiadores são familiares de pacientes do Centrinho, trabalhadores do hospital, estudantes e professores universitários, profissionais de saúde (dentistas, psicólogos, fonoaudiólogos, enfermeiros etc), alguns dos quais têm ou tiveram vínculo com a Faculdade de Odontologia de Bauru ou o hospital. Thomas Teo é professor da York University, e Shayna Lee Fox, estudante dessa mesma universidade pública. O cientista político Rudá Guedes Ricci declarou seu apoio, embora não tenha preenchido o formulário.

Assinaram-na profissionais do setor público e privado e cidadãos em geral. Essa diversidade reflete a importância do Centrinho para a sociedade brasileira, a qual reconhece - tal como exponho em minha carta - a necessidade de lutar pela saúde pública, ao invés de entregar nossos hospitais à administração de Organizações Sociais de direito privado.

Além disso, os apoiadores rechaçam a decisão ilegítima tomada pelo Conselho Universitário da Universidade de São Paulo, ao desvincular o Hospital ao invés de buscar outros meios para resolver a crise financeira da USP. Assim, responsabilizam o Estado de São Paulo pela sua devida manutenção.

Gostaria também de registrar que contatei quase todos os professores do curso de Fonoaudiologia da FOB por meio do formulário destinado a esse fim, no site da instituição. Fui aluna da unidade e pedi-lhes que assinassem essa carta. Para alguns, solicitei informações sobre a situação da FOB. Entretanto, nenhum me respondeu, e, tampouco, assinou essa carta.

Se algum deles ainda se prontificar a fazê-lo, vou informar o fato nesse blog. Como eu não conheço alguns, peço que também me contate por e-mail para assinalar sua posição, mostrando que se opõe a esse processo de desmantelamento da Universidade e compõe com o movimento de defesa do Centrinho.

O silêncio deles causa-me tristeza e mal-estar. A desvinculação do hospital - temporária ou não - é a primeira grande tragédia oriunda da crise na Universidade de São Paulo, tendo pulado o muro da Rua Sílvio Marchione. Agora é um problema de todos os brasileiros. Acabou o tempo do corporativismo. É hora de luta. E, em minha opinião, quem não se posiciona publicamente pela defesa do Centrinho, não compõe com essa luta e compactua com a desvinculação do hospital. Triste fim do esforço combinado de tantas gerações, dentro e fora da FOB. Vamos reverter esse processo, manter os hospitais da USP e democratizar a universidades públicas de São Paulo!

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